A caminho do Desconhecido - Z e D

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Seg 31 Ago 2015, 11:12

Marcas.

Teria marcas para se lembrar daquela madrugada por dias.

Arranhões que tiravam seu sangue nas costas.

Hematomas que ficariam roxos em seu pescoço e peito.

Mas nada disso seria mais vívido do que o que viu e ouviu.

Aquilo sim ficaria marcado em si como ferro em brasa.

Finalmente os corpos pediam descanso, ainda que ambos lutassem contra a exaustão.

O modo que Diana se aconchega em si, tão frágil… O faz sentir-se superpoderoso.

Só faltava uma capa vermelha para que ele se sentisse seu herói.

Não tirava ela do colo.

Nem a soltava.

Amou o modo que ela o abraçou e o envolveu com braços e pernas, acomodando a cabeça em seu ombro.

Com dificuldade, fechou o chuveiro, abriu o box e abandonou o banheiro.

Apesar de molhados, o ar-condicionado tinha deixado o quarto quente.

Talvez até excessivamente quente.

O quarto era minúsculo e em poucos passos ele já estava na cama.

Com cuidado foi se ajoelhando, para deitá-la… Tomando cuidado apenas para apanhar a toalha que havia atirado nela, há horas, para colocar sobre o travesseiro… Assim não molharia muito a cama.

Conforme se deitou, mantendo o corpo dela sobre a cama, tomou o cuidado de cobrir o próprio corpo com os cobertores.

Era tão… Estranho olhar para ela daquele modo.

O remetia ao passado.

Mas o passado parecia tão distante.

Tão irreal.

Apoiava-se sobre os cotovelos, conforme fazia uma pequena carícia em sua bochecha.

- Você parece cansada… - Sussurrou com um pequeno sorriso orgulhoso.

Os olhos mais uma vez não abandonava os dela.
Passaria a noite inteira daquele modo.

Agarrado a ela.

A acariciando.

Não queria perder aquele jeito que Diana se mostrava para ele de modo algum.

Nem que para isso precisasse passar a noite em claro.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Seg 31 Ago 2015, 11:58

Sim Zachay, ela se aconchegou a seu colo, e ficou tão pequena e frágil, que você podia mesmo se sentir uma muralha de proteção pra ela, o rosto deitava a seu ombro, de modo a deixar o nariz recostado a seu pescoço, seu cheiro a deixava ainda mais calma, e a respiração dela ficava bem baixa, bem suave.
 
O som da água não era mais presente, mas sim dos passos molhados que guiavam ambos ao quarto, o quarto tinha a temperatura agradável, e nenhum detalhe sórdido do mesmo, poderia atrapalhar o conforto que o corpo de um trazia ao outro.
 
Em poucos passos ele já tiinha a cama a sua frente, era uma cama normal de casal, os lenços não aparentavam aquela impecabilidade de lençóis de hotéis de luxo, mas também não demonstravam sujeita. Mofo talvez.
 
Diana se deixou deitar a cama, daquele jeito tão cuidadoso, o corpo ficava de lado a cama, as pernas unidas e encolhidas, assim como os braços, e a cabeça acomodava-se ao travesseiro, tendo a toalha por baixo, deixando os fios louros e molhados se espalharem ali.
 
Em pouco tempo Z estava deitado a seu lado, um de frente a outro, e ele logo cobria ambos os corpos, a envolvendo nos braços novamente. As pernas enroscavam uma as outras, e ela ficava com a o rosto próximo ao dele, o olhando em silencio, enquanto Z se apoiava na cama, sobre um dos cotovelos, uma das mãos de D, foi ao ombro dele, e acariciou a região ali, mantendo-se ainda próxima a ela, ela sentia a caricia a bochecha, e o sorriso brotou naquela região, ao passo que o dedo dele já tocava a covinha que se formava, ela murmurou.
 
- Tenho motivos, não?...
 
Via aquele sorriso ao rosto dele, e não pode deixar de ampliar ainda mais o dela, enquanto a mão subiu do ombro dele, ao rosto, depois aos cabelos, ajeitando-os pra trás, mesmo que ele sempre teimassem em ficar bagunçados.
 
Os olhos ficaram aos dele longos instantes, até que finalmente ela deslizou o corpo mais para o dele, colando-se por completo, ao passo que a cabeça buscou o peito dele, ela encolheu-se ali, e fechou os olhos.
 
Teria finalmente uma noite ou madrugada de sono, como não tinha a anos, insônia, pesadelos, tudo isto a dominava dia a dia. Mas agora, após muito tempo. Ou talvez pela primeira vez na vida. Sentia-se segura.
 
Completa.
 
E podia deixar o corpo repousar, podia se deixar embalar pelo sono, sabendo que estava envolvida por proteção. Não como uma criança que procura o colo dos pais.
 

Mas como uma mulher que procurava o abraço de um homem. Sem duvida alguma Z. Você nunca a teve assim.
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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Duxhill H.U. em Seg 31 Ago 2015, 17:24

Ah sim...

Vocês repousavam, Zachy ainda demorou a cair no sono, olhando pra Diana daquele jeito, como quem não quer mesmo perder aquele momento, mas finalmente o sono venceu o rapaz, e ele deixou-se embalar, ainda envolvendo o corpo pequeno da garota.

Era um outro dia. Por tal não havia mais chuva, Z até podia sentir alguns raios solares invadirem a fresta da janela, e tocar os fios dourados de D que se perdiam ao peitoral dele, e o dia amanhecia bonito.

Isto trazia esperança não?.

Você era o primeiro a acordar Z, e notar que Diana ainda estava preguiçosa a cama, como ela tinha mania de ficar, você via então seu celular, que finalmente e tinha muitas mensagens de pessoas te procurando.

É duro voltar a realidade, não?

Mas vocês tinham, você se levantava e dizia que tinham que sair logo, que Aaron e os outros precisavam de vocês. e vocês se trocavam, Diana pedia que você fechasse a conta, enquanto ela já pegava o carro. Tudo para adiantar.

E então vocês saiam do quarto, Diana ainda usava a saia e a parte de cima da camisola, a blusinha estava no carro, os cabelos estavam presos em um coque, pois ela havia dormido com eles molhado, e mesmo a escova não tinha domado certa rebeldia. E logo você ia até a recepção falar com o tarado.

Enquanto Diana caminhava até o carro. Você parava Z, e ficava observando ela, caminhar a passos lentos na direção do carro, ela sentia que você a olhava, e logo virou-se o rosto pra você sorriu, não demorou a abrir a porta do carro, e entrar ao banco do motorista, ela abaixava o vidro, e logo colocava o cinto, as mãos iam ao volante, e ela novamente te olhava a e sorria Z.

E o tempo de novo parava. Você se sentia tonto, tudo rodava. Era uma sensação horrivel, ao passo que a pequena mão de Diana tocou na chuva, e então o sorriso se abria mais, as covinhas apareciam, o que era estranho. Ela não era tão bem humorada de manhã. Era por isto que seu mundo estava ruindo e você se sentia tão fora de si?.

E então foi tudo muito rápido, a chave girou, e você só pode ouvir a explosão, como se estivesse muito distante de você, talvez o som tivesse te deixado surdo, ou você quisesse ficar surdo para ele, fato é que o carro chegou a se erguer do chão na explosão, e agora tudo era fogo.

É Z...

Será que você realmente gravou bem aqueles momentos?

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Convidado em Seg 31 Ago 2015, 21:41

[ Pode receber as mensagens antes da explosão. Ou não. Mas, fica gravado aqui]

SMS contendo apenas informações cruas sobre os dois templos:

Igreja Luterana St. Olaf
Foto: https://i0.wp.com/i192.photobucket.com/albums/z59/natanhc/3450786778_6404b162cf_o.jpg
Chamada de Igreja Luterana St. Olaf, esse templo tem uma cemitério nas proximidades e uma arquitetura interessante e conservada, embora ele aparente leves traços que denunciam o seu esquecimento. A igreja é, segundo testemunhos, totalmente vazia e abandonada. Próxima a uma floresta de gelo.


Igreja de St. Mark
Foto: https://i1.wp.com/i192.photobucket.com/albums/z59/natanhc/3451011500_c1eab6502c_o.jpg
Localizada em Patheshire, a Igreja de St. Mark foi construída em 1923, para servir de templo da até então “nova religião” fundada por um habitante local, que unia espiritismo, rituais católicos, vudu e astrologia. O templo ainda está de pé, embora abandonado.

Segundo SMS:

Zachary, estou indo com Victorine até a Igreja St. Olaf. Lucas vai pedir alguma companhia para ir até a St. Mark.

Espero que você e a Diana estejam bem.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Seg 31 Ago 2015, 23:44

O sol banhava a janela, iluminando parcialmente seu rosto.

A luz o incomodava, o fazendo abrir os olhos.

Não precisava de muito para despertá-lo, era só acender a luz. Tinha um sono bem leve.

Ao contrário de Diana.

Olhou para o lado, a vendo com a cara amassada no travesseiro, e foi impossível não exibir um pequeno sorriso.

Mas este logo morreu. O que seria daqui pra frente? Confiava em Diana agora?

Suspirou baixo e logo se levantou, tentando afastar aqueles pensamentos complicados.

Vestiu o que tinha de roupa, já que a maior parte ficara no carro.

As roupas estavam secas, ele havia colocado sobre o aquecedor durante a noite.

Logo que terminou de se vestir ela acordava, dizia algo sobre mensagens de Aaron e dos ouros.

Valentina.

Seu bom humor era contagiante.

Era impossível não sorrir com ela.

Ficar de bom humor.

Por ora não pensava em mais nada.

Dividiam as tarefas, e logo estavam saindo daquele pulgueiro.

Enquanto aguardava o tarado procurar pelo fio da máquina de cartão, mantinha os olhos em Diana.

Ela sorria ao longe, já entrando no carro.

E então aquela sensação ruim.

Tinha algo errado.

Uma vertigem.

Mas os olhos se prendiam nela. E em seu sorriso.

O sorriso em resposta se abria quase que instantaneamente.

E era nesse momento em que ela virava a chave e o carro explodia.

Uma grande labareda de fogo erguia o carro cerca de dois ou três metros do chão, o fazendo cair em um estardalhaço.

Por instinto, Zack protegia os olhos, e olhava para o carro, atônito.

Era como se fosse incapaz de reagir.

- Não… Não é real… - Ele balbuciava, escorando-se no balcão.

O atendente rapidamente apanhava o telefone, ligando para os bombeiros.

Conforme Zack caminhava, trôpego… Em direção ao carro.

Eram passos lentos.

O cheiro de carne queimada e óleo impregnava suas narinas.

Mas conforme ele passava, os olhos inundados por lágrimas viam a camareira ao lado, olhando assustada para o carro em chamas.

A mão rapidamente apanhava o litro de álcool.

Não é real.

Preciso acordar.

Zack agora corria na direção do carro, conforme abria o litro de alcool.

Ouvia a camareira gritando ao longe, mas ele já estava perto demais.

Derramava o líquido sobre todo corpo.

Não é real.

Não é real.

Não é real.

Sem hesitar, ele se atirava sobre o capô do carro em chamas.

Seu corpo era consumido pelas labaredas azuis.

A dor era indescritível.

Todas suas terminações nervosas urravam.

Seu cérebro sequer parecia saber lidar com aquilo.

Como interpretar tantos sinais de dor e perigo ao mesmo tempo?

Sequer conseguia gritar, pois as chamas, em fúrias, invadiam suas vias aéreas.

E então ele finalmente soltava um grito rouco.

Levantava-se na cama, de súbito, arfando… O corpo banhado em suor.
Olhava em volta, vendo Diana deitada ao seu lado e o quarto sendo banhado, pouco a pouco, pelo sol que se erguia.

Os olhos rapidamente se enchiam de lágrimas.

Eram um sonho.

Um pesadelo.

Quando aquilo teria fim?

Zack se encolheu na cama, juntando os joelhos no peito, sentado… Levando as duas mãos a cabeça.

Não aguentava mais aquilo.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Ter 01 Set 2015, 08:49

Quem mais poderia ter aquela coragem....ou simplesmente fosse louco o bastante?...Zachary...Você manipulava a própria visão....
 
Você colocou fogo em você mesmo e se jogou ao destino. Você queria acordar, e enquanto se jogava na direção do carro, pode ver os pedaços do que pareciam ser o céu caindo, como se um quebra cabeça fosse desmontado, ou a moldura de um quadro se desfizesse....
 
Assim aquele pesadelo ou visão se desfazia bem diante de ti. A dor do seu corpo pegando fogo era evidente, em meio ao mundo se desfazendo, e você queria realmente gritar, acordar, sair dali, afastar a dor.
 
Mas o grito sucumbis os mundos e morria bem entre aquelas quatro paredes. E aquele grito sim era o suficiente para despertar Diana.
 
A garota ergueu-se bruscamente, quase num pulo da cama, enquanto os olhos azuis se abriam assustados, ao mesmo tempo que Z se erguia da cama. Diana não conseguia ve-lo em perfeição, o óculos estava ao banheiro, ela via tudo embaçado.
 
Mas sabia que ele arfava, pelo movimento do corpo dele.
 

- Zachary....
 
Ela chamou em tom baixo, sentada a cama, o corpo nu parcialmente coberto pelo cobertor ainda, e então Zachy sentava-se a cama, abraçando os joelhos ao peito, e logo levando as mãos a cabeça. O desespero dele era palpável.
 
- Z....
 
Diana deixou o corpo deslizar em meio aos lençóis na cama, até se aproximar mais dele, ele pode sentir a pequena mão tocando seu braço que abraçava as própria pernas. E ela sabia sim, que algo em meio ao sono, havia o perturbado.
 
- Eu sei que está difícil....
 
A voz estava muito baixa, somente direcionada a ele, e logo a mão livre tocou o queixo dele, fazendo ele erguer o rosto, em pouco tempo, as mãos estavam uma de cada lado de seu rosto, mantendo ele voltado ao dela, agora sim, tão perto...Via com perfeição as lágrimas, e toda dor dele.
 

- Preciso que você continue forte Z, estamos chegando ao fim, eu sinto isto....

 
Mesmo que o fim seja Valentina atirando na própria cabeça. Ou que eles finalmente consigam destruir aquela maldição que já durava 80 anos.
 
Ele pode sentir a ponta dos dedos de uma das mãos, limpando as lagrimas deles, Diana suspirava fundo, e aproximava mais o rosto do dele, ajoelhada a cama ao lado dele.
 

- E você não está sozinho...eu estou aqui....Vamos sair disto....ok?...Confie em mim....

 
Era difícil pedir....dificil ainda mais confiar....mas naquele momento, era a única coisa que confortava Diana, e ela tinha que passar para Z. Eles estavam chegando ao fim.
 
- Eu sei que é tudo confuso, realidade, sonho, visões...Mas...veja....
 
A mão foi até a dele, e levou esta ao rosto dela, acomodando ela ali, deixando o mar azul fixar-se aos olhos amendoados dele.
 
- Eu sou real...guie-se por isto...Estou aqui com você e sou real...Nada mais importa, e nada vai te atingir....Eu não vou deixar...
 
Diana suspirou fundo e logo aproximou mais o rosto do dele, aproximando os lábios da testa dele, ainda deixando a mão dele a seu rosto e logo os lábios recostaram a região, dando um demorado beijo. Sem pressa alguma.
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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Ter 01 Set 2015, 10:49

Por alguns segundos ele se encolhia ao toque de Diana.

Porque ainda sentia a dor do sonho.

Tinha a impressão de que os dedos dela rasgavam a pele esturricada, rasgando o tecido carbonizado, e fazendo o sangue fervente escorrer por entre seus dedos.

Era quase que um transe.

Ele chegava a demorar para despertar daquilo.

E quando o fazia, olhava para Diana.

Um olhar assustado, ainda mais gritante pelas lágrimas que escorriam pelo rosto e deixavam os orbes ainda mais brilhantes.

Ela podia sentir o corpo dele muito quente, literalmente febril.

Não só isso, os dedos dela sentiam a umidade da pele, devido ao suor.

Era um pesadelo... Mas ele havia sentido tudo.

Ser queimado vivo não era das melhores sensações.

Ele movia a cabeça afirmativamente, com alguns segundos de atraso.

Parecia abalado.

Muito abalado.

Mas lutava para recuperar o controle.

E a voz e os olhos de Diana pareciam guiá-lo.

Pouco a pouco os músculos tensos pareciam relaxar.

O modo que ele se encolhia e apertava o próprio corpo também, aos poucos, perdia a intensidade.

Finalmente ele sussurrava, a voz mal saía, mas ela entendia bem.

- Hoje eu dirijo...

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Ter 01 Set 2015, 14:11

D tocou o braço dele com cuidado, com a ponta dos dedos, exatamente porque notava o quanto ele estava encolhido. Os olhos buscavam o rosto dele, e logo as mãos dela tomaram o rosto dele e fizeram ele olhá-la.
 
A forma como a tonalidade das orbes ficavam ainda mais claras pelas lagrimas, fazia Diana franzir o cenho, e aproximar ainda mais o corpo do dele, deixando aos poucos ele sentir mais o toque, voltar para a realidade, para ela.
 
Ele estava quente, era quase estado febril, a forma como suave, fora com certeza um pesadelo, ou algo pior. Ela conversava com ele, naquele tom baixo, tentava de algum modo consola-lo, lhe passar segurança. E ele sacudia a cabeça daquele modo. Uma das mãos tocou os fios dele a nuca, e acariciou ali.
 
Ouvia ele falar que ele iria dirigir, e ela consentiu em positivo, enquanto sussurrou.
 
- O que aconteceu, Z?....
 
Os celulares de ambos tinham muitas mensagens, no fundo Diana sabia que eles não podiam ficar ali, que não podiam parar um segundo, que o tempo era inimigo agora. E que precisavam mesmo ir até as últimas consequências aquilo. Por isto ela sussurrou.
 
-  Conversamos no carro....
 
E logo ambos estavam de pé, se trocando, e saindo do quarto. Diana usava a saia e a parte de cima da camisola, com a jaqueta de Z por cima, ele ainda estava com a calça e sem camisa, mas desta vez o frio não incomodava. E Diana não queria provoca-lo com o tarado local. Então...se comportavam.
 
Mas diferente do sonho, foram ambos até a recepção para fechar a conta, e Diana deixou Z entrar, e ficou a porta, de braços cruzados, o aguardando.
 
Os cabelos estavam presos naquele coque, era como uma dejavuu, mas de algum modo, vocês começavam a alterar detalhes importantes, o que ficava cada mais longe daquilo ser uma visão.
 
Zachy entrava a recepção e notava o atendente tarado, meio que debruçado ao balcão, os braços cruzados, e o rosto escondido aos braços, era como se estivesse dormindo.
 

Vai acordar ele, Z?
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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Convidado em Ter 01 Set 2015, 16:20

[Telefone da D' tocando com o numero da Lyssa]

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Ter 01 Set 2015, 23:51

Zack permaneceu alguns segundos ainda ali, imóvel, apesar dela começar a se mover.

Precisava daqueles segundos.

Colocar as ideias no lugar.

Esquecer aquela sensação horrível de inalar as chamas e destruir o rosto.

O corpo todo em chamas.

Os passos rápidos de Diana o despertava daquele torpor, já que ele nem a respondia.

Ele se vestia em completo contras a ela.

Enquanto ela corria, ele se vestia lentamente.

Apanhava o Iphone, vendo as mensagens de Aaron.

Cerrava levemente o olhar.

Igrejas?

Aquilo o norteava mais.

Respondia para Aaron - “Já estive melhor. Estou indo para St. Mark. Vamos encontrá-la.”

Estendia o celular para que Diana pudesse ler, conforme se encaminhavam até o balcão.

Ele permanecia quieto por alguns segundos, olhando para o atendente.

Dormindo?

Primeira coisa que pensava era se ele estava morto, não dormindo.

Por isso o olhava por alguns segundos, vendo se ele respirava.

Caso respirasse, Zack daria um tapão no balcão, bem ao lado da cabeça dele.

“Isso foi por tentar ver os peitos dela, seu bosta”.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Qua 02 Set 2015, 09:19

Diana só parou de se mover, quando Z a chamou para ver o celular, ela já estava novamente com o óculos e leu aquela mensagem em silencio. Os olhos voltaram-se a Z e ela sussurrou.
 
- Eu espero realmente que a nossa Igreja seja a errada....
 
Era tudo que ela dizia, enquanto Z já ia até o balcão, os olhos ainda ficavam as mensagens. Vendo QUEM mais havia mandado mensagens. Certo?
 
Será que certa russa mandou mensagem?
 
Ok, cale a boca e se concentre. Se estamos falando de uma Igreja “alternativa” onde até vudu pode ser usado. Realmente.....as coisas vão ficar ainda piores do que já são. Uma coisa é o fanatismo católico que Diana achava existir, por conta da tradição do casamento.
 
Outra...é falarmos disto, unido a outras religiões.
 
Diana continuava ainda lendo, enquanto Zachy ia até o balconista. Ele simplesmente não parecia se mover. E não Z...Ele não parecia respirar. Estava completamente imóvel. E é quase neste instante que você ve o sangue que começa a sair por baixo dos braços dele, tomando o balcão.
 
Diana esta la fora ainda compenetrada no celular. Quando o celular dela começava a tocar. Ela apanhava o mesmo, segurando na outra mão o de Zachy e atendia.
-Lyssa?...

Mal tinha tempo de falar algo, Zachy podia ouvir o estampido. E logo a seguir o grito de Diana. Um tiro pegava de raspão ao braço dela, a fazendo derrubar o celular em que falava com Lyssa, o celular caia ao chão, mas a ligação ainda estava ativa, Diana girava o corpo com o impacto e batia o mesmo a parede, agachando-se a chão.
 
- Zachary!....
 
Ela gritava enquanto buscava se recompor, entender o que estava acontecendo. E você Z podia ver que ninguém parecia próximo.
 
Estamos falando de um sniper?...Porque eu sinto que vocês não estão mais caçando...e sim sendo caçados?....
 
E a pergunta que fica é...O Dodge está bem a sua frente, reluzindo ao sol...Você vai usa-lo para sua fuga? Lembra do seu sonho?....
 

Aviso....?

Tem também uma ampla e perigoso floresta bem a seu lado Z....

Onde você vai apostar suas fichas?
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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Qua 02 Set 2015, 13:55

Assim que vê o sangue, Zack grita.

- Diana!

Mas era tarde, no mesmo segundo o estampido, distante… E Diana indo ao chão.

Merda.

Zack se joga no chão de qualquer modo, e rasteja até a porta onde Diana estava, estendendo as mãos para alcançá-la – Rasteja pra cá, anda!

Assim que ela o fizesse, Zack a seguraria com as duas mãos e a puxaria para dentro da recepção.

Estavam presos, com um atirador do lado de fora.

- Você tá bem? Merda… - Ele resmunga assim que se vê diante dela – Fica abaixada! - Mais do que depressa ele rasgava um pedaço da camisola dela, envolvendo em seu braço e a amarrando bem apertado.

Ainda caminhando abaixado, ia até o idiota da recepção.

Quem mandou olhar os peitos dela? Mereceu!

QUIETO!

Ele puxava o maldito pelas roupas, para que ele caísse no chão. E logo passava a revirar seus bolsos.

Um maço de cigarros.

Isqueiro.

E um canivete.

Que ótimo, você é mais inútil do que eu pensava.

Zack trincava os dentes, pensando.

- No sonho, o carro explodia… Assim que você dava a partida. Algo meio mafia demais, forçado… Até aparecer um atirador de elite aqui. Precisamos tirar a visibilidade dele e arrumar um modo de sair daqui… Vem! Tenta ligar pra alguém, avisar onde estamos...

Ainda caminhando meio abaixado, e evitando as janelas, Zack subia até os quartos.

E o primeiro que ele via ele chutava a porta.

Vazio, ótimo.

Ainda se mantendo abaixado ele juntava tudo que podia queimar em cima do colchão.

Cortinas, cobertores, tapetes, papéis…. E em seguida usava o que havia na pequena geladeira para ensopar tudo, de preferência uísque ou vodka.

E logo incendiava o quarto.

E repetia o processo nos quartos que conseguisse entrar.

Tinha certeza que a linha de comunicação externa, por isso era inútil os telefones do hotel.

Porém havia os alarmes de incêndio, sinceramente não sabia como eles funcionavam, mas sabia que os bombeiros chegavam correndo assim que um ou dois eram ativados.

Quem dirá de um andar inteiro do hotel…

Mas não era o bastante.

A fumaça do fogo dos quartos ajudaria a ocultar a localização deles.

Caso conseguisse concluir seus objetivos sem que nada o impedisse, voltaria até a recepção.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Sex 04 Set 2015, 09:43

Diana levava uma mão até o braço ferido e gemia de dor, ela nunca havia levado um tiro na vida, mesmo que fosse de raspão como aquele, ardia e doía muito.
 
Diana meio que cai ao chão, se apoiando a parede, e rangendo os dentes de dor, e não demorou a poder ver Zachy próximo, estendendo as mãos e dizendo pra ela rastejar pra lá, os olhos dela ficaram algum tempo nele, mas logo ela estendeu o corpo ao chão, e buscando não usar em nada o braço ferido, ela rastejou até ele ainda sentindo, dor, obvio que somente quando ele a puxou é que ela conseguiu chegar até ele, e gemendo ainda mais de dor, pois no esforço, sangrou ainda mais.
 
Diana estava ofegante, e logo Zachy perguntava aquilo, e ela sacudia a cabeça em positivo. Ela fazia o que ele pedia, ficava agachada, encolhida, e deixava ele apanhar a camisola, rasgar com facilidade e logo amarrar firme o braço dela, tentando estancar o sangue.
 
Diana ainda ficou atrás do balcão, encolhida, a mão sobre o ferimento, fazendo ainda mais pressão, enquanto Zachy revistava o homem que estava...
 
Assim que ele caiu ao chão, Diana deu salto pro lado, e antes que pudesse gritar, levou a mão a própria boca, os olhos mais abertos que de costume encaravam Zachy. Zachy revirava o homem atrás de algo que pudesse ajuda-los. E ela mal conseguia recuperar o folego, ele falava o que tinha sido aquele sonho dele.
 
Ele dizia tudo muito rápido, carro explodindo, atirador de elite, impedir a visibilidade dele, ligar pra alguém, e logo a chamava para sair dali.
 
Diana suspirou fundo e tirou lentamente a mão da boca, e apenas consentiu para Z, ela logo ia seguindo, meio abaixada assim como ele, enquanto com a mão livre do braço não ferido, ela fazia a ligação para Aaron. Afinal, ele era o parceiro de Zachy em tudo, e também era o mais próximo ali, ou seja. O melhor recurso.
 
Diana aguardava então Aaron atender, enquanto Z já chutava a porta do quarto, e logo Aaron podia ouvir a voz ofegante de Diana.
 
- Aaron...É a Diana! Estamos no Hotel HotMore...!!! – Que sugestivo, falar Hotel foi educado Diana – Tem alguém aqui conosco, ele está atirando na gente, estamos em um dos quartos. Z...disse que é um atirador de elite!!!
 
E Diana mal conseguia acompanhar o movimento de Zachy, juntando tudo que conseguia a cama, e logo colocando fogo.
 
Logo o fogo começava a se alastrar, ao passo que Diana seguia Zachy de volta a recepção, ambos ficavam abaixados. O fogo se espalhava muito rápido, logo a agua começava a cair do teto, mas o sistema era antigo e por isto não muito bom. Em pouco tempo aquela fumaça toxica começava a ser exalada por ambos. E logo Aaron não ouvia mais Diana na linha, somente as tossidas.
 

Mas Zachy podia ter certeza que havia atrapalhado a visão do atirador mesmo. Agora a certeza se ele havia ido embora, ou estava somente esperando a poeira baixar....Esta ele nunca ia ter não?
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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Sex 04 Set 2015, 10:50

Finalmente, o hotel ardia em chamas.

Aquela fumaça não só esconderia a localização deles, como era um pedido de socorro que podia ser visto há quilômetros de distância.

Logo voltavam a recepção, e a fumaça logo começava a incomodá-los.

Precisava ser rápido.

Novamente socorreu-se ao tarado abatido.

Com seu canivete, rasgou suas roupas, fazendo dois pedaços de pano para amarrar no rosto e cobrir as narinas.

Apanhou uma garrafa de água mineral que ele tinha ali e empapou o tecido nela.

Primeiro envolveu o rosto de Diana, para em seguida se preocupar consigo mesmo.

Aquilo garantiria mais uns bons minutos ali.

Fora que mantinha-se abaixado o tempo todo, o que diminuía bem a fumaça inalada.

Mas precisava sair.

Era questão de tempo até a fumaça os ferir ainda mais.

Por isso Zack remexia nas coisas da mesa, apanhando um grampeador velho.

- Vou pegar um dos carros… Você fica aqui. Só vem atrás se eu chegar até o carro sem tomar nenhum tiro. Ao sair, vá abaixada e o mais rápido possível… Se ele atirar, se jogue atrás de qualquer coisa que lhe dê cobertura. Vamos sair dessa… - Ele dizia, a olhando nos olhos, segurando o rosto dela.

Antes de ir, erguia o pano que cobria o rosto dos dois e lhe dava um beijo mais demorado do que devia.

Afinal, podia tomar um tiro na cabeça ao sair, certo?

Em seguida, voltava-se para a saída… E finalmente saía, correndo abaixado, para o carro mais próximo que não fosse o deles.

Caso não tomasse nenhum tiro, atiraria o grampeador no vidro com toda força, e entraria no carro.

Procuraria pelas chaves no quebra-sol, habito comum de pessoas do interior.

Caso não estivesse, tentaria as chaves do tarado.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Sex 04 Set 2015, 16:27

Diana e Zachy estava a recepção e Diana já começava a tossir, ela puxava a barra da camisola contra o rosto, e os olhos azuis já lacrimejavam, o celular ainda estava em uma das mãos, o outro braço ferido ficava caído ao lado do corpo.
 
Diana começava a ficar cada vez mais fraca, com a fumaça, o ferimento, e toda a situação, os olhos já piscavam mais lentos, enquanto ela tentava de todos os modos mandar um SMS para Lyssa.
 
SMS: Está tudo bem, Ly...
 
Foi o que conseguiu escrever, até sentir a aproximação de Zachy,, que envolvia o rosto dela com aquele pano, amarrando-o atrás da cabeça dela, e dando alivio imediato. Ela viu ele envolver o próprio rosto, e mantinha-se ainda abaixada, a fumaça já começava a tomar conta de tudo, e o atirador parecia apenas esperar o  momento certo. Embora a devida atenção já fora chamada, em breve polícia, bombeiros, Aaron, todos estariam ali.
 
E agora Zachy conseguia um grampeador, e então ia até Diana e falava aquilo. Que ia pegar um dos carros, se arriscar na mira de um atirador de elite, D sacudia a cabeça em negativo a cada fala dele, e então ela disse num tom fraco.
 
- Não!
 
Ele insistia naquela ideia maluca. E Diana já segurava o pulso dele, e os olhos se cerravam, ele não iria, era loucura, ele não seria isca, ou kamikaze, ou sabe-se Deus o que. Os olhos ficavam ainda aos dele, e mesmo diante da respiração fraca, ela ainda conseguia pensar na noite passada e não conseguia nem imaginar perder Z agora.
 
Sentiu o toque ao rosto, a forma como ele segurou ele com ambas as mãos. E pode ver como a pele estava quente, ela sacudia ainda a cabeça em negativo, os olhos estavam muito avermelhados, e logo a mão foi sobre a dele ao rosto dela, ela ia dizer algo, mas logo ele tocou o pano ao rosto dela e o abaixou, fazendo o mesmo ao dele, em pouco tempo, os lábios se encontravam, a mão de Diana apertava com força a dele, como quem diz para ele não ir.
 
E no momento que ele fez menção de se afastar, foram as duas mãos dela que seguravam o rosto dele, ignorando a dor do braço, Diana colou os lábios aos dele, e pressionou com força, apertando o rosto dele as mãos, enquanto finalmente o soltou, deixando-o ir.
 
 
Diana ficou ali encolhida, esperando o sinal de Z. E logo o rapaz ia até o estacionamento e pegava um carro popular qualquer que estava lá, sim ele acharia as chaves no quebra-sol, alguns hábitos nunca mudam.
 

Mas você chegou lá sem problemas. Mas era só colocar o carro na direção que Diana podia correr para entrar, que um novo tiro podia ser ouvido. E então era bem ao pneu Zachy. Acho que esta era sua fuga, não?
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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Zachary Mateschitz em Sex 04 Set 2015, 21:17

Não havia outra saída!

Precisava se arriscar, ou os dois morreriam juntos.

Se eu tomar um tiro… Pelo menos ela tem chance de sobreviver.

Se matando por ela?

NUNCA!

Odeio essa vaca!

Grr!

Após o beijo de Diana, a coragem de sair na linha de tiro oscilou um pouco, mas era impossível ficar ali.

Entrou no carro e logo arrebentou o vidro.

Até agora, tudo bem!

Virou o quebra-sol e as chaves caíram em seu colo.

DEUS! SALVEM OS CAIPIRAS! ELES SÃO LINDOS COM SEUS CHAPÉUS DE PALHA, MASCANDO CAPIM AO NASCER DO SOL!

Virou a chave e logo deu partida no carro.

Então veio o estampido.

- FILHO DA PUTA!

Gritou, conforme se abaixou – ATIRA A MÃE PRA VER SE VACA VOA, CARALHO!

Por que não vem na mão, cacete?! Fica aí de viadagem dando tiro de longe?

Precisava pensar…

Pense, Zachary.

Pense…

Que tal… Ser um pouco… Brooklyn?

Bom, Randy não vai voltar tão cedo, acredito que você pode ocupar o lugar dele, Zack.

Mesmo com o pneu estourado, Zack engata primeira e pisa fundo no acelerador, mirando a parede oposta em que Diana estava.

Hora de abrir uma janela para deixar o atirador ainda mais cego, e dar um pouco de ar pra Diana.

Afivelou o cinto, e mais uma vez se abaixou, esperando o impacto contra a parede.
Ao derrubá-la, a fumaça não se concentraria tanto ali… E teriam tempo para esperar socorro.

Ou quem sabe aquela bicha não resolva enfiar o sniper no rabo, e venha aqui tretar na mão? Vou socar o canivete do tarado no olho dele!

Ah tá, você é o Rambo agora, Zack.

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

Mensagem  Diana Grayssom em Dom 06 Set 2015, 11:58

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Re: A caminho do Desconhecido - Z e D

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