Sant's Claire Bairro

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Mensagem  Diana Grayssom em Sab 03 Out 2015, 10:32

Certo Z...Você realmente havia impressionada ela, você conhecia aquela garota como a palma da sua mão, havia aprendido a ler os olhos dela como um livro aberto, e o brilho que havia em meio ao mar azul, denotava que ela realmente estava impressionada com aquele carro, a forma como os olhos passavam pelos detalhes, a forma como a mente tentava já entender como aquele veiculo podia funcionar.
 
E então a voz de Z fez com que ela  virasse o rosto na direção dele, e logo ela sussurrou.
 

- Acredito que não cabem vadias neste carro....No outro você conseguia levar uma por vez.....Principalmente as que gostam de brincar na neve....

 
Ah Z...Vamos mesmo falar disto?
 
E então Diana logo largou os saltos a garagem e tocou a mão de Z, a segurando. E sim...ela largaria os saltos ali, ué Z...
 
Não é assim que as princesas fazem em seus contos de fadas? Deixam seus sapatinhos pra trás?....
 
E você a havia desafiado, ela iria naquele carro, nem que fosse com você dentro dela, se é que você me entende. Ela logo subia ao veiculo, ao passo que ouvia Z falar, e logo o rosto ergueu-se um pouco mais.
 
- Eu lembro da época que você era romântico...Paris...flores...

 
O olhar desceu ao banco do carro e logo voltou ao dele.
 
- Você realmente se superou agora, não? O mundo a seus pés?....
 
Deixou então que ele se sentasse ao banco, contrariando por completo a frase anterior. Afinal ele quem estava sentado, e ela a frente dele, mais alta, mais imposta.
 
E sim, o vestido era delicadamente rodado, ele podia ver os nuances de que ela realmente tinha dito a verdade, e quando ela notou isto, ela virou-se e deixou o corpo sentar-se ao dele, apanhando o vestido e acomodando-o entre as pernas, obviamente teve que expor as mesmas pra isto.
 
E ela não podia ser mais filha da puta mesmo, quando apanhava os fios e os prendia para que Z tivesse a visão da nuca dela, e sentisse seu perfume.  A forma como ele respirava denunciava o quanto ele a desejava.
 
E não era só você, não é Z? Em qual outro colo você acha que a doce Diana sentaria? A delicada menina da ZBZ, tão meiga, tão reservada, “pra casar”. Ò...se eles soubessem o que você sabe.
 
Mas ela havia te dado muito mais do que provocações naquela noite, não é Z?...Ela havia te dado uma chave, e um endereço. Uma promessa.
 
Uma luz....Justo onde só havia escuridão.
 
Talvez vocês não entendessem, mas Zachary e Diana tinham uma linguagem própria de reconhecimento, então apesar de tudo que haviam vivido, existiam toques que só eles podiam entender, por isto ela estendeu as mãos e tocou as dele, e sentiu quando ele acariciou sua mão, e os olhos azuis ficaram ali, fixos.
 
E ela sempre gostou de fazer isto, de observar como as mãos dele se tocavam, se buscavam e acariciavam como dois amantes em seus corpos desejosos.
 
O toque ia a seus cotovelos, e logo ele tocava os botões. E Diana assistiu a forma como aquele carro respondia aos toques de Z, quase como se tivesse vida, ele podia ver os olhos dela, irem de um lado a outro, como se buscasse não perder nenhum detalhes, e ela chegou a rir baixo, quando se viu azul pela iluminação do painel, mesmo não podendo ver o rosto dela de frente, ele pode ver a covinha na lateral surgir, por ela ter achado tão divertido aquele momento.
 
Ah sim Z com certeza iam ver vocês ali, mas você acha que não é exatamente isto que sua ex-namorada quer?.
 
E vocês iam seguir até o endereço, Diana iria manter o controle do volante se Z deixasse, e ele podia notar como entravam na zona mais residencial de Cambridge.
 
Mas não exatamente na zona de luxuria onde estava a bela nata daquele lugar, na parte mais obscura, sinistra. Suburbio.
 
Um bairro estranho, que tem uma história muito interessante Z...Talvez um dia a Diana te conte. Mas tudo que eu preciso dizer pra você, é que onde haviam agora casas e casas abandonadas, antigamente era um cemitério.
 
Mas isto é uma história para outra temporada, talvez.
 

- É aqui....
 
A rua estava completamente escura, e Z podia se ver em frente a uma casa completamente abandonada.
 
 
A folhagem velha havia a coberto, a falta de pintura a deixara menos esplendorosa, mas a arquitetura ainda se preservava, e mesmo que estivesse um breu total, Z podia ver suas colunas imponentes. E por mais que eles transbordassem desejos.
 
Eles tinham que fechar os olhos e ouvir o som daquele lugar. Diana afastou as mãos do volante, e encarou aquele lugar em silencio.
 
E acredite Z, aquela expressão nos olhos dela, era de curiosidade como sempre, mas ao mesmo tempo.
Receio.
 
Ela estava com medo de algo, algo que podia vir da forma como o vento assoviava nas janelas daquele lugar.
 

- Eu comprei este lugar....
 
Ela dizia de um modo quase que automático, sem tirar os olhos dali, mas ao mesmo tempo, o corpo não movia-se do seu Z, e se você se sentiu tenso quando ela sentou-se  seu colo, sente agora como todos os músculos dela estão.
 
Alguma coisa no mundo assusta Diana Grayssom. E ela parece pela primeira vez na vida, ter medo de abrir um livro. Talvez por isto ela te deu a chave?
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Re: Sant's Claire Bairro

Mensagem  Zachary Mateschitz em Dom 04 Out 2015, 12:42

Não cabem vadias… Mas olha como você tá bonitinha dentro dele, Diana!

A Vickie até entraria melhor, já que ela não tem esses seus peitos enormes, não acha?

Que bom que ninguém lê pensamentos aqui.

E eu não falei dela, falei?

Você pensa mais nela do que o stalker do Luke!

Por isso ele apenas riu e moveu a cabeça de modo negativo, como se não se importasse muito com o comentário.

- Você matou meu romantismo, não reclama… - Ele respondia, agora próximo do ouvido dela, já que ela havia se sentado em seu colo – Não é exatamente o mundo aos meus pés… Na verdade esse carro significa problema. É uma das tentativas, minhas e do meu pai, de manter nossa equipe forte na Formula 1. Nosso fornecedor de motores saiu do mercado, e não estamos conseguindo encontrar motores competitivos… Meu pai está tentando uma manobra política, para conseguir os atuais motores Ferrari, enquanto eu busco novas alternativas, como trazer uma marca diferente para as pistas… Arriscado? Muito. Mas não se pode dizer que eles não sabem o que fazem, certo? Com a destruição da Veneno, e a proximidade que eu sempre tive deles, acabou unindo o útil ao agradável… - Ele dava de ombros.

Mas logo eles estavam a caminho do endereço que ela havia indicado.

E desde o começo, a ideia era você controlar o volante, Diana… Ele deu apenas o pontapé inicial.

Acelerava e pisava na embreagem conforme o carro pedia, enquanto você controlava o volante e a troca de marchas.

Para quem tinha controlado a Veneno não sentiria grandes dificuldades.

Ele mantinha as mãos em volta do seu corpo, conforme você pilotava… Mas logo seu vestido passa a ser puxado, e as mãos dele passam a subir por entre suas coxas.

Consegue manter a concentração aí, D?

Você não o via, mas tinha certeza que ele sorria conforme os dedos brincavam lentamente pelo seu corpo.

Mas assim que entravam naquele bairro ele parava, afinal precisavam manter atenção.

O carro era mais do que chamativo naquelas ruas.

O ronco grave fazia várias pessoas colocarem a cabeça pra fora das janelas.

E quando viam duas pessoas dentro, uma no colo do outro… Bom, isso chamava ainda mais a atenção, não?

Logo os faróis de neon iluminavam aquela casa abandonada.

Só de imaginar a Egoista pisando naquele asfalto sujo, Zack tinha pesadelos.

Logo ele levou a mão ao stop, e colocou ambas as mãos no colo de Diana, entrelaçando os dedos aos dela.

Logo o único som era do motor, muito quente, estalando baixinho.

E da casa abandonada.

Casas assim tinham som próprio, não é verdade?

Não me refiro ao som de grilos.

Ou apenas o agourento de madeira estalando, conforme dilatavam ou não.

Não.

Casas assim pareciam ter vida.

Pareciam respirar.

E queriam contar sua história.

História essa que, com certeza, Zack não queria ouvir.

Ela passava uma imagem agressiva.

E ele não sentia-se bem ao vê-la.

Outrossim, o fazia ter déjà vu em relação a casa dos Forrest.

Ao lembrar daquilo ele sentia um calafrio lhe percorrer a espinha.

Mas logo ele respirava fundo e dizia - … Seu corretor é péssimo, sabia? Poderia ter indicado o meu. Eu tenho um apartamento na praia, próximo do campus… E paguei bem pouco, se for ver tudo o que ele tem…

Apesar de a frase tentar sem engraçada, ele não ria, tão pouco tinha um tom necessariamente jocoso.

Ele apenas respirava fundo e sussurrava ao seu ouvido – Qual a história dela? Por que a comprou? Por que é tão importante? - E se curvava, beijando seu ombro, apertando o abraço.

Repentinamente, tornando-se mais carinhoso.

Relembrar o que houve na casa dos Forrest não era exatamente algo que alimentava a raiva que ele tinha dela.
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Re: Sant's Claire Bairro

Mensagem  Diana Grayssom em Dom 04 Out 2015, 14:46

Talvez só caiba....uma vadia Z.
 
Um vadia em especial.
 
Acredito que ela iria ficar vermelha, chorar, lamentar, ligar pra irmã, e depois entrar e dizer que foi seduzida...algo assim Z...
 
D é uma garota rancorosa, você devia saber disto Z.
 
Ele dizia que ela havia matado o romantismo dele, sentia a voz  próxima a seu ouvido, enquanto as mãos iam ao volante, ela murmurou.
 
- Está aí, em algum lugar....
 
E então ele agora falava sério sobre negócios. E apesar de tudo de ruim que Z tinha aprendido na vida, talvez por ter se dedicado mais aos negócios do que a namoros ele tinha agora aquela visão da empresa. E Diana ouviu com atenção a estratégia dele, por um instante, todo aquele desejo de ter os corpos tão juntos, fora posto de lado.
 
Porque apesar de jovens. Diana e Zachy tinham tanta inteligência, estratégia, quanto ambição.  A estratégia do pai dele era uma boa manobra, e estava estampada em algumas revistas, e não era somente arriscado....
 

- Apesar de ser uma jogada de mestre, visto que estamos falando dos melhores engenheiros....você sabe que vai aumentar a coleção de inimigos do seu pai...e a sua também.....
 
O rosto virou-se de leve, e o olhar foi de canto ao dele, naquele minúsculo espaço, ela murmurou.
 
- Mas você gosta de risco, e perigo...isto te excita, Zachary....E isto, você não pode dizer que eu quem te ensinei, isto é instinto, é essência, e a sua sempre foi maior do que aquela.....
 
Talvez agora você entenda...
 
Ela mantinha as mãos ao volante, e guiava o veiculo, enquanto Z fazia o rosto, ela trocava a marcha,e e ele mantinha o acelerador em harmonia com o ritmo dela.
 
E obviamente ela não tinha dificuldade, mas o carro “chorava” porque queria seu antigo piloto, visto que Diana pilotava mesmo como uma menina, deixava então que Z envolvesse seu corpo com os braços, e em pouco tempo sentia o fino tecido subindo pelo corpo, expondo ainda mais as coxas, que ele acariciava.
 
Golpe muito baixo.
 
Ela devia trocar a sua marcha Z, mas como a posição não permitia, você com certeza ia levar vantagem nesta. As pernas se apertavam entre suas mãos, e ela mordia com força o lábio inferior e tentava se concentrar na estrada.
 
Definitivamente, a frase que ela disse na festa, causou um efeito borboleta devastador em Zachary, ele se vingaria a noite toda.
 
O carro entrou naquele bairro, e Diana foi diminuindo a velocidade, o que fazia o carro roncar ainda mais, e era obvio que chamava atenção. Meu Deus existe alguém mais biruta que aqueles dois?
 
Talvez chamasse atenção até o ponto que...o carro parou em frente a casa iluminando a mesma, e Z pode notar muitas pessoas, fecharem janelas, cortinas, enfim, saírem da vista.
 
O que dizia bastante sobre o que as pessoas pensavam daquela casa. Talvez estar ligado aquela casa, tornasse o bairro seguro para você, ao menos até entrarem ali.
 
O carro parava por completo, e Zachary podia notar como ela estava olhando fixamente aquela casa, o óculos até estava mais caído ao nariz, e ela nem se preocupava em arruma-lo, as mãos do volante caiam ao colo, e em pouco tempo sentia Zachy envolve-las com as dele, mantendo os braços em torno de sua cintura.
 
Você está ouvindo Z?....
 
Porque ela está....
 
Lembra desta frase, quando vocês estavam na Igreja?....
 
O vento assoviava nas janelas, e de fato Z, a casa parecia ter vida, e impressão ia além, como se ela sugasse vidas para manter-se assim.
 
Talvez ela queira a sua agora.
 
Diana ouvia então Zachary falar sobre o corredor de Diana, e ela com certeza teria uma boa resposta, se não estivesse com o rosto virado na direção da casa, e os olhos tão fixos. Porque diabos ela havia comprado aquilo?
 
- Você nunca me levou neste apartamento....

 
Ela dizia, em um tom quase automático, como se mesmo absorta naquilo, ainda fosse capaz de ouvir o que ele dizia, e responder de algum modo.
 
E no momento que os lábios de Z tocaram os ouvido dela, ela fechou lentamente os olhos, e deixou a cabeça pender mais para o lado de Zachary, ele fazia aquelas perguntas, e beijava o ombro nu dela, a envolvendo naquele abraço que apesar de tudo.
 
Era carinhoso.
 
E só Deus poderia saber o quanto era necessário agora.
 
Os olhos mantinham-se ainda fechados, e as mãos fecharam-se nas dele com mais força, ela murmurou.
 
- Eu vi esta casa....na Igreja....eu estava dentro dela, falando com alguém....

 
Era como se precisasse que a imagem viesse a sua mente.
 
- Eu estava falando com alguém, e ele estava brigando comigo, brigando comigo por causa que eu não estava cuidando direito da Lyssa, e havia um garoto ao lado, acho que ele devia ter nossa idade, ele ficava ao lado dele, e de algum modo...parecia concordar que eu estava....errada....

 
Os olhos se abriam lentamente e ela encarou a entrada da casa.
 

- Estávamos lá dentro...
 
Estendeu a mão que tocou de leve o vidro, quase na direção da casa, mantendo-a ali, espalmada.
 

- Eu comprei ela, pela verdade....mas agora eu não sei se a quero....Algo dentro de mim, me diz para apenas...destrui-la.

 
Ela sacudia a cabeça em negativo, sem tirar os olhos da casa, e sim Z...pela primeira vez ela sabia o que era querer a verdade, talvez por isto finalmente ela entenda o que você sentiu. E talvez por isto ela tenha lhe dado a chave.

E precisava de verdade contar isto a irmã....mas como contar a Lyssa, sem Alyssa saber....
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Re: Sant's Claire Bairro

Mensagem  Zachary Mateschitz em Seg 05 Out 2015, 11:07

Você é rancorosa? Sério… Você?

Você devia prestar mais atenção em mim, Diana.

Mas por enquanto, deixa isso pra lá.

Porém, realmente… Não havia como não discutir isso com ela.

- Os engenheiros da Ferrari e da Willians só são os melhores porque não há competição. Mostramos isso com a própria Renault… Por isso discordo do meu pai, não sou a favor de ficar fazendo manobra política, para conseguir o motor deles. Eles que enfiem o motor no rabo… Conseguimos um por fora, e além de vencer, vamos desmoralizar seus engenheiros e sua história. Vamos ver o que o velho Mateschitz pensa disso… - Ele dava de ombros e suspirava.

Ou seja, não bastava vencer.

Queria destruir a moral dos inimigos.

Você o conhecia bem, D.

Mas logo aquilo ficava para trás e eles estavam naquela maldita casa.

Maldita, Z? Você nem a conhece e já está xingando.

SIM!! Odeio casas velhas!

Logo ela falava que ele nunca havia levado ela ao apartamento.

- Vamos agora então… Te mostrar a piscina…

E o tom dele não era nem um pouco ingênuo.

Mas Diana parecia tão distante que aquilo ficava para trás.

Ela estava completamente submersa naquela aura estranha da casa.

Logo ela dizia ter visto a casa quando esteve na igreja.

Isso o fazia arrepiar-se mais uma vez, e não era pelo modo que você estava encaixada em seu colo.

Ele apoiava o queixo no ombro dela, beijando lentamente seu pescoço… Ao mesmo tempo em que roçava o nariz suavemente contra a pele, perdendo-se no perfume que tanto am-odiava.

Estava sendo carinhoso.

Pois ao mesmo tempo mantinha as mãos enlaçadas as dela.

- Qualquer coisa que tenha vindo daquele lugar… Definitivamente não é bom, e você sabe disso. Talvez o mais inteligente teria sido ignorar tudo isso… Você sabe disso, não? - O tom de voz era baixo ainda.

E diferente dela, ficava bem atento ao redor.

- Ignorância é uma bênção… - Ele dizia, mais pra ele, do que pra ela.

Logo a mão direita se soltava da dela, e subia até seu rosto, carinhosamente colocando o óculos no lugar, para em seguida a puxar delicadamente pelo queixo, aproximando os lábios dela.

E quanto estava para beijá-la, o sistema multimédia da Egoista ganhava vida.

Era Louise, falando que precisava dele urgente na festa, que tinha acontecido algo na festa.

O beijo ficaria pra depois.

Mais do que depressa ele ligava o motor, e como ela estava um tanto quanto entorpecida, ele passava a dirigir, com a mesma dificuldade de antes.

- Preciso voltar...
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Re: Sant's Claire Bairro

Mensagem  Diana Grayssom em Seg 05 Out 2015, 12:09

Ah eles iam discutir aquilo pra sempre então.
 
- É um risco duplo. Se este motor não cumprir o que promete, você quem vai ser desmoralizado e nem terá mais uma segunda chance de mostrar que pode fazer a diferença. É uma joga só, então tem que ser uma de mestre...E eu acho que você deve ter uma melhor na manga, você sempre tem....
 
Afinal esta da Egoista....foi um exemplo disto.
 
Mas aquele assunto ficava mesmo pra trás, aquela casa roubava todos os pensamentos, e Diana conversava com ele, mas estava distante. E Z respondia para irem para lá agora.
 
Piscina...
 
Piscina...Motel...Patheshire.
 
Ops voltando ao Inferno.
 
Não havia nada que pudesse tomar os olhos dela daquele lugar, e ela contava a ele o que havia acontecido quase como se revivesse aquela cena novamente, talvez por tal, estivesse tão assustada.
 
Era obvio que a forma como Zachary lhe acariciava, beijava seu pescoço, envolvia ela naquele abraço, que era além de tudo protetor. Fazia com que ela realmente conseguisse se manter calma o suficiente para falar daquilo.
 
O perfume parecia envolver os dois agora, porque por mais que Z odiasse, estava nele agora, e ele ia ficar com aquele cheiro a noite toda. As mãos estavam entrelaçadas as dele, sobre o colo dela, e estavam geladas.
 
Ela ouvia Z falar aquilo, e ele dizia o que era mais inteligente.....
 
- Nunca fazemos o mais inteligente ou o mais seguro, não é Z?...
 
Ela sentiu a mão dele se soltar, e logo o toque a seu rosto, mesmo naquele minúsculo espaço, ela virou um pouco o rosto e o tronco, ficando meio de lado pra ele, meio de lado ao colo, para que pudesse olha-lo, deixou que ele arrumasse seu óculos, e logo tomasse seu queixo, os olhos ficaram presos aos dele, e finalmente abandonavam aquela casa. E a voz saia muito baixa, com os lábios quase roçando aos dele.
 
- Somos loucos, não somos?....
 
A resposta vinha com a forma como o rosto dele vinha de encontro ao dela, os olhos de Diana baixaram aos lábios dele, e logo o nariz roçava ao dele, mas a voz do sistema da Egoista pareceu interromper o momento.
 
Eles pararam e Diana logo mordeu o lábio inferior com força, suspirando fundo. Ela consentiu em positivo quando ele dizia que tinha que voltar, havia acontecido algo.
 
E sempre iria acontecer algo. Ela acomodou-se melhor ao colo dele, para dar espaço que ele dirigisse de volta, e olhou para a casa uma última vez.
 
O local não era longe, então em pouco tempo eles chegariam, mas Diana ficaria o caminho todo calada, e deixaria que Zachy tivesse o controle total do veiculo. Em pouco tempo a Egoista entrava a garagem da Omega novamente.
 
Garagem? Ser vice tem privilégios não?...
 
Diana desceria do carro primeiro, pois estava ao colo, e logo apanharia os sapatos, sem qualquer menção de coloca-los, deixando-os a mão, e acompanharia ele de volta a festa.
 

Mas a chave.....ia ficar com Zachary. Porque talvez aquele assunto tivesse que ficar de lado um pouco. Mas não se preocupem crianças, o passado sempre volta e bate na porta, quando vocês menos esperam.
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